Judaísmo Messiânico é uma ramificação religiosa que segue as “tradições” religiosas judaicas com o respaldo da Torá em sua totalidade, e que também acredita na figura de Yeshua (Jesus) como sendo o Messias esperado pela tradição profética judaica.

O Judaísmo Messiânico procura ao máximo viver de acordo com a vida, ética e moral dos Apóstolos (enviados), e seguidores de Yeshua em sua total amplitude espiritual, que é o nosso caso.

Por: Elysha Cohen

Doutrinas Principais e nossas bases de fé?

Sobre D-us

D-us – Os judeus messiânicos creem no D-us do Tanach, Adonai, e que ele é todo-poderoso, onipresente, eterno, existente à parte da criação, e infinitamente importante e benevolente. Os judeus messiânicos creem no Shemá, que significa “ouve”, oração fundamental do Judaísmo, do texto de Deuteronômio 6:4 – “Ouve, ó Israel, o Eterno nosso D-us é Único D-us -, texto que mostra a unicidade do D-us de Israel, sendo ele único e infinito, e unicamente soberano.

 

Quanto ao entendimento desta unicidade, porém, os grupos messiânicos divergem. Alguns refutam a ideia da Trindade, entendendo o Shemá como a declaração literal de que D-us é um, apenas, além de considerar textos do próprio “Novo Testamento” (Brit Chadashá) que eventualmente desmentem o conceito de uma entidade triúnica – portanto, relegam a Trindade a algo quase que idolátrico. Outros, porém, são abertos aos conceitos trinitarianos.

Jesus como Messias

Jesus como o Messias – Jesus (Yeshua) é, para os judeus messiânicos, o Messias judeu. O principal movimento messiânico crê em Jesus como sendo “a Torá (palavra) feita carne” (referência a João 1:14).

 

Quanto à divindade de Jesus, no entanto, os grupos divergem. Alguns negam que Jesus seja D-us, refutando a Trindade (pelos motivos resumidamente expostos acima) e considerando o fato de que claramente não há referências no Tanach de que o Messias seria o próprio D-us. Entretanto, consideram-no como um ser essencialmente divino, provindo de D-us e por ele munido de toda autoridade – mas não o próprio. Outros, porém, acreditam que Jesus de fato é o próprio D-us, sem qualquer ressalva ao conceito cristão tradicional.

A Torá Escrita

A Torá escrita – Os judeus messiânicos, com algumas poucas exceções, tomam a Torá escrita (o Pentateuco) como sendo completamente válida (ao contrário de algumas visões cristãs, como puramente história), e portanto creem nela como uma aliança sagrada, perpétua e insubstituível, que deve ser observada tanto moral e ritualmente por aquelas que professam fidelidade a D-us. Eles acreditam que Jesus não somente ensinou como reafirmou a Torá (como no trecho do evangelho de Mateus 5:17-20), e não que ele a revogou.

Sobre Israel

Israel – Creem que as tribos de Israel foram, são, e continuarão a ser o povo escolhido do D-us de Jacó. Todos os messiânicos, judeus ou não, rejeitam a chamada “teologia da substituição”, a visão de que a Igreja cristã substituiu Israel na mente e nos planos de D-us.

A Bíblia

A Bíblia – O Tanach e o Novo Testamento (chamado “Brit Chadashá”) são geralmente considerados pelos messiânicos como as escrituras inspiradas por D-us.

Escatologia Bíblica

Escatologia bíblica – A maioria dos judeus messiânicos detêm as crenças escatológicas do “fim dos tempos”, da segunda vinda de Yeshua (Jesus), como Mashiach ben David, o descendente do rei Davi que restituirá Israel, da reconstrução do Templo de Jerusalém, da ressurreição dos mortos para o Juízo e do Shabat milenar, o período do reinado do Messias.

A Torá Oral

A Torá Oral – As opiniões dos judeus messiânicos a respeito da Torá oral, codificada no Talmude, são diversas e muitas vezes conflitantes inclusive entre as congregações. Algumas delas acreditam que aderir à “Lei oral”, como abrangida no Talmude, é contrário aos ensinamentos messiânicos e, portanto, completamente perigoso. Outras congregações, porém, são seletivas nas aplicações das leis talmúdicas. Outras, ainda, encorajam a uma séria observância da halachá. Contudo, virtualmente todas as congregações e sinagogas judaico-messiânicas veem as tradições orais como sendo subservientes à Torá escrita, notando que Jesus observou algumas tradições orais (como a observância de Chanucá), e se opôs a outras.

Judaísmo Messiânico

Judaísmo Messiânico Moderno

O Judaísmo Messiânico moderno ou Movimento Judaico Messiânico é um movimento recente iniciado no século XIX. Embora já em 1718, John Toland, em sua obra “Nazarenus”, tenha feito à sugestão de que os “cristãos entre os judeus guardassem a Torá”, somente no início do século XIX nasceu o Movimento Cristão-Hebreu na Inglaterra. E, em 1886, foi fundada em Chisinau, na atual Moldávia, a primeira Congregação Judaico-Messiânica moderna, por Ioseph Rabinovich.

Na Inglaterra, o movimento conhecido como Hebreu-Cristianismo iniciou-se com o princípio básico de reunir cristãos de origem judaica, tendo em vista o propósito de conscientizá-los de sua identidade judaica e reavivá-la, tendo sido a Hebrew-Christian Alliance of Great Britain finalmente organizada em 1866.

Nos Estados Unidos, uma organização similar foi fundada em 1915, a Hebrew-Christian Aliance of America, cujo nome foi mudado para Messianic Jewish American Alliance em 1976.

Em 1925, uma organização internacional foi criada com o mesmo propósito, a International Hebrew-Christian Alliance, posteriormente chamada International Messianic Jewish Alliance.

Em 1979 foi fundada a Union of the Messianic Jewish Congregations (UMJC).

O moderno Judaísmo Messiânico, finalmente “estabelecido” a partir da década de 60, intitula-se como um movimento originalmente judaico, fundado por membros judeus e para judeus e não judeus, embora não seja reconhecido como tal devido a vários cristãos estarem envolvidos.

É essencialmente diferente do movimento, Judeus para Jesus (Jews for Jesus), movimento este reconhecidamente protestante e com a finalidade única da conversão dos judeus ao Cristianismo (e que teve, por esta razão, uma resposta por parte do Judaísmo através do movimento Jews for Judaism (Judeus para o Judaísmo)). Situação bem triste esta.

Estes grupos messiânicos são apoiados por igrejas evangélicas que atualmente tem promovido uma aceitação das tradições judaicas como o uso de músicas e orações em hebraico, adoção de festas religiosas judaicas, itens como kipá e tefilin, além de uso de nomenclatura e termos de origem judaica (como Rabino), mas negando muitas vezes outras tradições essenciais do judaísmo como a brit milá e outros mandamentos sob a visão de que estes mandamentos teriam sido abolidos por Jesus.

No nosso caso estamos no trabalho árduo de um sistema acadêmico com todas as suas vertentes de academia e a restauração no meio científico de tais trabalhos. Não estamos nos baseando em sinagogas ou movimentos religiosos revolucionários e sim dando espaço para a real pesquisa dos gêneros, até então não desenvolvidas.

Também estamos abertos a parcerias de toda e qualquer comunidade que tenha o interesse de nos ajudar em prol da restauração da Noiva do Cordeiro!

Vale lembrar que: O governo de Israel a partir de 2009 passou a reconhecer os judeus messiânicos como judeus, sendo que antes eram classificados pelo Ministério do Interior de Israel como cristãos.

Origens do Messianismo Judaico

Origens do Messianismo Judaico  

Um conceito do Judaísmo, o Messias (do hebraico משיח Māšîªħ, Mashiach ou Moshiach, Ungido) refere-se, principalmente, à crença do Judaísmo posterior da futura vinda de um descendente do Rei David que iria reconstruir a nação de Israel e restaurar o reino de David, trazendo, desta forma, a paz ao mundo.

Ainda que a tradição religiosa judaico-cristã diga que o Messias já era uma profecia predita desde os tempos dos Patriarcas, este ensino veio a tomar mais forma após a destruição do 2º Templo de Jerusalém.

O retorno do Cativeiro, aliado a eventos históricos serviu para o aumento de um nacionalismo judaico, despertando uma esperança judaica pela reconstrução de sua nação e pelo governo de um rei levantado por D-us, que submeteria todos os povos à legislação da Torá, e não a de homens ou de várias religiões.

Esta esperança messiânica aumentou ainda mais com o Domínio Romano sobre a Judéia no primeiro século. As diversas ramificações judaicas, pacíficas ou revolucionárias (como os zelotes), pretendiam obter sua independência do domínio romano, e inspirados pelo ideal da independência, acabaram por desenvolver ainda mais a crença no Messias libertador.

Por: Elysha Cohen

Os antigos Nazarenos

Os antigos nazarenos e o surgimento do Cristianismo

De acordo com a tradição cristã geralmente aceita, Jesus de Nazaré seria o Messias esperado pela tradição profética judaica como consta nas passagens bíblicas de Mateus 2:1-6, Lucas 2:1-32, baseando-se, entre outros, no texto de Miqueias 5:2.

Teria sido crucificado, ressuscitado e elevado aos céus como consta nas passagens bíblicas de Mateus 28:7, Atos 2:22-34, 4:10, 5:30.

Inicialmente, seus seguidores foram de fato judeus que não abandonaram suas tradições religiosas judaicas, mas as praticavam acrescentando-lhes a crença em Jesus como Messias conforme descrita em Atos 20:7-8; 21:20.

Estes eram chamados de notzrim (nazarenos), devido à cidade de origem de Jesus ou cristãos, pelo público não judaico.

No entanto, com o aumento da difusão dos ensinos de Jesus, muitos não judeus passaram a aceitar e acreditar nestas doutrinas. Por este fato surgiu à primeira crise entre os seguidores de Jesus: os gentios que criam em Jesus deveriam ou não ser submetidos às normas do judaísmo?

O grupo judaizante acreditava que Jesus não teria vindo abolir a Torá.

Desta forma, pregavam que tanto judeus como gentios convertidos deveriam seguir os mandamentos da Torá. Ainda não é possível determinar se este grupo judaico era uma variação dos ensinamentos de Jesus ou se era a doutrina original de Jesus.

No entanto se acreditarmos no sucesso inicial do movimento de Jesus dentro da religião judaica deve-se crer que o ensino original não tenha sido muito diferente disto.

Já o grupo antijudaizantes, cujo principal expoente era Paulo de Tarso, defendia que Jesus viera trazer salvação de D-us à humanidade, abolindo os preceitos da Torá, que seriam desnecessários para vir-se a obter a salvação.

O choque entre os dois grupos: judaizantes e antijudaizantes já são aparentes no livro de Atos, onde a discussão entre eles obriga à convocação da assembleia dos (Enviados) Apóstolos conforme descritas em Atos 15. Os antijudaizantes cujo principal expoente era Paulo de Tarso conseguiram impor sua visão contra os judaizantes, apoiados pelo Apóstolo Pedro: aqueles que eram gentios não precisavam submeter-se aos dogmas do judaísmo e aqueles que eram judeus poderiam prosseguir com seu judaísmo desde que não impusessem seu modo de viver aos gentios: ““… Devemos escrever-lhes [aos gentios]uma carta para informá-los de que se devem abster das coisas contaminadas por ídolos, da fornicação, do que foi estrangulado e do sangue.

[“Os judeus não necessitam disto”]Porque, desde os tempos antigos, Moisés é anunciado em todas as cidades, e suas palavras são lidas nas sinagogas, a cada sábado (Atos 15:20-21). (comparar com as Leis de Noé).

O sucesso da pregação paulina fez com que ambos os lados se afastassem. Ainda que tenham sido aceitos a principio pelo judaísmo como mais uma ramificação, os seguidores de Jesus acabaram com o tempo sendo identificados com o ensino de Paulo que causava controvérsias na comunidade judaica, a respeito da questão do Messias e principalmente da aceitação livre de não judeus.

Além disso, o sofrimento dos judeus sob domínio romano passou a ser imputado aos seguidores de Jesus e a isto somou-se a recusa por parte da maioria destes a ajudar na Revolta Judaica, que culminou na destruição do segundo Templo de Jerusalém, e à fuga dos cristãos.

Por Elysha Cohen

Quais as ramificações do Judaísmo Messiânico?

Quais as ramificações do Judaísmo Messiânico?

Resposta:

Existem 04 emergentes e notórios grupos de judeus messiânicos hoje e muitos outros estão surgindo conforme descrição:

  1. Messiânicos crentes em Yeshua como o Messias, mas não o consideram como sendo D-us, mas um filho de um relacionamento sexual entre José e Mirian (não é o nosso caso).
  1. Aqueles que acreditam que Moisés é o Messias que há de vir (não é o nosso caso).
  1. Os esotéricos que mesclam muitas ideias; filosofias; cabala; guematria e adivinhações – sorte e magia – (não é o nosso caso).
  1. Aqueles que creem em Yeshua como o filho de D-us que se fez homem e habitou entre nós (D-us na forma humana), deu a sua vida por causa dos nossos pecados, para termos o perdão, a liberdade e a vida eterna, que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, conforme descrito nas escrituras e que irá regressar (isso é o que nós cremos).

(Ideia deste material cedida pelo Rabino Enrique Huamam – Peru – Membro da IAMCS e MJAA)

Talmude e comentários Bíblicos

Talmude e comentários bíblicos

Algumas comunidades, que professam o judaísmo messiânico consideram os comentários rabínicos, como a Mishná, no Talmude como historicamente informativos e úteis no entendimento da tradição, embora não os considerem normativos, especialmente nas questões nas quais o Talmude diverge das escrituras messiânicas.

Alguns outros grupos messiânicos, no entanto, consideram “perigosos” os comentários rabínicos do Talmude.

Estes grupos defendem a ideia de que os que seguem as explicações e os comentários rabínicos e halaquicos não são crentes em Jesus como Messias. Além disso, negam a autoridade dos Fariseus, crendo que estes foram substituídos e contraditos pelo messianismo.

Há um número grande de comentários messiânicos sobre diversos livros da Bíblia, tanto do Tanach quanto do Novo Testamento. David H. Stern publicou em volume único seu Comentário Judaico do Novo Testamento, mas ele limita-se a apenas fornecer notas explanatórias de um ponto de vista judaico, deixando de lado muitas das questões sobre a composição, história, data e contexto dos livros do Novo Testamento. Outros comentaristas notáveis do Novo Testamento são Joseph Shulam, que escreveu comentários de Atos, Romanos e Gálatas, e Tim Hegg, que escreveu sobre Romanos, Gálatas e Hebreus, e atualmente está estudando o evangelho de Mateus.

Por: Elysha Cohen

Algumas perguntas e respostas

A bíblia permite que os cristãos guardem os costumes dos judeus?

Resposta:
Devemos fazer uma distinção clara entre os costumes judaicos e mandamentos da Torá, não são os mesmos.

O que a Torá diz é mandamento de D-us para todos os homens, há uma urgente necessidade de reconhecer em toda a sua verdade e contexto, que foi dada aproximadamente há 1.500 anos antes de Yeshua.

Infelizmente em nossos dias temos um grande fast food religioso que cada um faz o que quer e isso não é bíblico e sim do homem liderando outros homens.

O que dizemos é que o Judaísmo é um estilo de vida, que surgiu como uma necessidade urgente para os judeus, depois que os judeus tinham perdido a sua identidade, depois que saímos do exílio babilônico, aproximadamente 480 anos antes de Yeshua, neste momento foi que apareceu o nome Judeu, nunca antes.

Este termo que começou com Esdras e Neemias, 200 anos depois deles, os novos “judeus”, para que o judeu nunca deixe de ser um judeu espalhado em qualquer lugar. Na Torá, nós temos apenas 613 mandamentos (Mitzvot) dos quais 248 não farás e 365 farás, 242 não devem ser feito, pois as mesmas tem haver com o sacerdócio e o templo com os sacrifícios, 191 que devem adequá-los ao tempo, a cultura e não evitá-los, 180 que nós devemos obedecer, sem se quer dizer um pio.

Mas o judaísmo ortodoxo tem mais de 365 mandatos. Agora a Brit Hadasha ao todo tem 1.050 mandamentos incluindo os da Torá.

(Ideia deste material cedida pelo Rabino Enrique Huamam – Peru – Membro da IAMCS e MJAA)
Justifica-se tanto se apegar as raízes culturais judaicas?

Resposta:

Pegar-se ás raízes culturais do judaísmo é perigoso, pois tem muitas coisas colocadas por homens que são denominadas como cerca da Torá, para que não pecamos, mas muitas destas é tradição. Porem o Judaísmo Messiânico correto não o é! De fato ele é bíblico e era vivido pelos seguidores de Yeshua isso nos é mostrado em todo o livro de Atos

(Ideia deste material cedida pelo Rabino Enrique Huamam – Peru – Membro da IAMCS e MJAA)
Porque os Judeus Messiânicos não se denominam cristãos?
Resposta:

Para evitar ser confundidos com o termo “cristão”, ideia romana, cuja origem tinha sido alterada, na Bíblia “Krastos” (referente a seguidores gregos) e depoimentos de “cristãos antissemitas”, mas, essencialmente porque o Holocausto surgiu em um país protestante, tento de católicos em geral como de protestantes de igrejas cristãs denominadas evangélicas que hão deixado uma marca desonrosa na história.

(Ideia deste material cedida pelo Rabino Enrique Huamam – Peru – Membro da IAMCS e MJAA)

Se Cristo é a nova Aliança porque os Judeus Messiânicos guardam também a antiga aliança?

Resposta:

Vamos primeiro entender o que é uma Aliança. Uma aliança tem um propósito, vamos ver o caso de Adão, a aliança com Adão era para que ele vivesse eternamente e não morresse fisicamente por causa do Pecado.

Estamos na Graça certa? Então porque ainda morremos? Porque o propósito da aliança era para Adão, uma vez quebrada, permanece quebrada e sua maldição se estende á seus descendentes, ai o Eterno fez nova aliança com Noé, que nunca mais acabaria com o mundo em Águas, esta aliança nunca foi quebrada, por isso o Arco-íris insiste em aparecer toda vez que chove. Essa aliança não foi quebrada, ter uma nova aliança, não invalida uma aliança mais antiga, apenas o propósito é outro.

Ficamos noivos e nas tradições “Romanas” coloca-se uma aliança de prata no dedo da mão direita. Quando os noivos se casam pela tradição “Romana” uma nova aliança é feita desta vez de ouro é colocada na mão esquerda. Isso não invalidou a primeira aliança, mas a reafirmou com um novo propósito, nem por isso os noivos jogam fora a aliança de prata, todavia se assim quiserem, tem um lixo aqui na porta de nossa instituição, prata e ouro são sempre bem vindos nesse lixo.

Vocês são legalistas? O que é legalismo?
Resposta:

Você é salvo se não matar uma pessoa? Não. Mas só porque você não é salvo por isto, vai sair por aí matando gente? Espero que não! Posso chamar você de legalista porque você cumpre a lei de não matar? Bem, pelo visto precisamos de uma definição de legalismo. De acordo com as Escrituras, o legalismo pode ser uma das duas coisas abaixo:

a) Dizer que as obras, atos, sejam quais forem (inclusive guardar a Torah), são necessárias para sermos salvos; (Atos 13:39; Efésios. 2:8-9; Romanos. 3:28; Romanos. 11:6 e Gálatas. 2:16)

b) Dar a uma tradição humana o status de lei de D-us; (Deuteronômio. 4:2; Deuteronômio. 12:32 e Marcos. 7:6-13);

Estas são as únicas possíveis definições dentro das Escrituras. Os Judeus Messiânicos não se encaixam em nenhuma delas. A definição “a” já foi tratada em perguntas anteriores. A definição “b’” não se aplica, pois cremos que os Livros de Moisés foram inspirados por D-us.

Um exemplo mais prático é o seguinte, algumas denominações afirmam que sua doutrina é santa e se baseiam nas escrituras, porém mal interpretadas só geram heresia e mais heresia.

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